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Pandemia, uma revolução digital.

Canais de atendimento online, digitalização de processos, home office. É curioso pensar que, há um mês, quando ainda não estávamos submetidos à quarentena por conta do coronavírus, essas possibilidades da cultura digital não eram sequer entendidas por boa parte dos gestores de empresas e seus funcionários. Pergunte a um professor da educação infantil se cogitava a hipótese de fazer uma aula em live e ele certamente vai dizer não.




Converse com donos de lojas de roupas, chocolates, pet shops e eles provavelmente dirão que não podiam imaginar que o marketing digital e a comunicação via redes sociais e WhatsApp salvariam seu ano.


Da mesma forma, muitos executivos nunca poderiam supor que reuniões importantíssimas aconteceriam ali mesmo, no escritório de suas casas, por videoconferência. De repente, o digital se tornou básico e a tal Revolução Digital acabou se revelando como questão de sobrevivência.


Não há dúvidas de que o cenário de confinamento causado pela pandemia e a necessidade de operar a portas fechadas está forçando a digitalização dos negócios. A impossibilidade de convivência no mundo físico está obrigando as empresas a pensarem em outras configurações trabalhistas, novos canais de venda online e até modelos de negócios e produtos completamente diferentes.


Todas aquelas possibilidades e ideias inovadoras que ficavam na lista dos projetos do futuro, de uma hora para outra, subiram para o topo de prioridades e, agora, precisam ser executadas às pressas. E esse é um grande desafio: como trilhar uma jornada de revolução digital que levaria anos em apenas alguns dias?


Você já deve saber que essa transformação completa e imediata é impossível. Nenhuma empresa dorme analógica e acorda digital, da noite para o dia. Mas, sim, a revolução pode começar com algumas mudanças.